
Minha religião consiste em humilde admiração do espírito superior ilimitado que se revela nos pequenos detalhes que podemos perceber com as nossas mentes frágeis e incertas. Essa convicção profundamente emocional da presença de uma força racional superior, que se revela no universo incompreensíveL, constitui a minha idéia de Deus. Albert Einsten
Escrito por Thinker às 17h30
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Formula para o sucesso e felicidade.
Não Acredito que exista uma fórmula para alcançar a felicidade, a palavra fórmula na matemática equivale a um meio, um método para se resolver problemas, alcançar a solução, ou seja, inserindo os parâmetros corretos a solução é garantida. Assim se existisse uma formula para o sucesso, para a felicidade bastaria se definir os parâmetros e as quantidades e o resultado seria certo, um pouco de trabalho, uma pitada de caridade, o dobro de oração e pronto. Mas é claro que não é assim que funciona, talvez seja aceitável a existência modelos que possam ser seguidos, mas modelos ao contrário das formulas não têm solução garantida, é possível seguir exatamente os passos de um indivíduo de sucesso e não conseguir alcançar seus mesmos resultados. Será que é possível se atingir um estado de felicidade e sucesso por si só? Esse é um dos grandes dilemas que eu travo com a minha própria consciência, e acabo pensando em varias teorias que possam explicar os fenômenos caóticos ao qual nossa vida está sujeita. É fato que estamos sempre buscando algo, e pra complicar mais, essa busca parece ser feita para vários “Eus”, o sucesso tem que ser na vida pessoal, familiar, financeira, etc. Existem algumas teorias que defendem a idéia que o que vivemos hoje é resultado de ações passadas, ou seja, se eu recebo um salário hoje é porque pratiquei a ação de trabalhar por um período anterior, se eu não tenho problemas cardíacos é porque não pratiquei a ação de fumar, comer gorduras, etc... e nessa linha os mais místicos consideram como ação valida o próprio pensamento. Eu considero grande parte dessas teorias, mas acho que falta algo, porque pura e simplesmente essa lei de causalidade me parece formulas, faça isso e terá aquilo, e como descrevi no inicio do texto, não creio em fórmulas que possam ser aplicadas à vida.
Escrito por Thinker às 16h52
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Realidade
Tem dias que parece, Que o coração amanhece Como se não soubesse, Que a vida acontece Longe de uma realidade celeste. E assim só ele vê, O que o mundo não crê Que se pode viver E acreditar pra valer Que tudo pode acontecer. E assim uma luz, Como um sonho que introduz Que parece que conduz A uma vontade que produz Uma força que não se reduz E assim dessa forma, Esse coração se transforma, Em um sonho que deforma, A realidade dessa hora E a vida que não se demora. Autor: Adriano Silva
Escrito por Thinker às 10h46
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Quem é
A partir de hoje, sempre, e sempre mesmo, que me vir uma inspiração eu vou escrever, sem a pretensão de que leiam minhas palavras, mas para que eu mesmo possa conhecer a mim mesmo, pois muitas vezes não parece que sou eu, e não sendo eu quero conhecer quem é.
Escrito por Thinker às 10h21
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Angelus Silesius

Silesius foi um grande místico; procurou continuamente Deus dentro de si mesmo. “Angelus Silesius, era o pseudônimo de Johannes Scheffer, que nasceu em 1624, em em Breslau, na Polônia. Nascido em uma família luterana de posses recebeu uma fomação clássica, partiu em 1643 para estudar medicina em Strasbourg, Leyde e Pádua. Doutor em filosofia e medicina, tornou-se médico do príncipe de Öls, frequentando círculos místicos e ligando-se a Abraham von Franckenberg, díscipulo de Jacob Boehme. Foi luterano fervoroso até os 29 anos. Um ano após a morte de seu mestre, Scheffler converteu-se ao catolicismo em 1653, tomando o nome de Angelus Silesius. Passou a viver em retiro e silêncio durante três anos, e publicando vários poemas. Ordenou-se padre em 1661, com 37 anos, e escreveu panfletos contra os protestantes, continuando com sua obra poética.” texto retirado do site: http://coracaomistico.blogspot.com/2007/12/angelus-silesius.html Um de seus poemas: "Temos dois olhos. Com um nós vemos as coisas do tempo, efêmeras, que desaparecem. Com o outro nós vemos as coisas da alma, eternas, que permanecem."
Escrito por Thinker às 14h50
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Para Sentir Deus
Deus é muito sutil, não é possível vê-lo, ouvi-lo, mas é possível senti-lo e para isso é preciso ter filosofia nenhuma. Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Ver é colocar dentro da cabeça aquilo que existe fora, como não podemos ver Deus literalmente como vemos uma arvore, acabamos por criar um Deus de fora de acordo com as filosofias que existem e ao entrarem na cabeça caem num mar de idéias e se misturam na filosofia que mora em nós. Perdem a sua simplicidade de existir. Ficam outras coisas. Então, o que vemos não é Deus. Para se ver é preciso que a cabeça esteja vazia. Para senti-lo é preciso que haja silêncio dentro da alma.
Escrito por Thinker às 08h18
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Súbita Felicidade
Às vezes sou elevado ao uma sensação súbita de felicidade e esperança, uma certeza inserta que tudo ira ser resolvido, e nesses momentos sinto uma enorme necessidade de ler uma boa poesia, acredito que os poetas criam sua arte sentido isso que sinto agora, e ao ler suas obras potencializo o que estou sentido.
Escrito por Thinker às 10h14
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"O caminho mais grandioso para viver com honra neste mundo é ser a pessoa que fingimos ser." Sócrates Sócrates sempre adotava a forma do diálogo. Quando debatia com um adversário, assumia a humilde atitude de quem aprende e ia multiplicando as perguntas, até enredar o outro em contradições insustentáveis. Em relação a um discípulo, aumentava ainda mais as perguntas, para retirar de casos concretos e particulares um conceito, uma definição geral. Ele chamava esse método de maiêutica, que significa parto. "(...) Essas observações bastam para mostrar que as idéias e crenças surgidas nas discussões públicas e privadas raramente se formam da experiência, pelo menos da experiência pessoal direta. Elas vêm de esquemas verbais prontos, recebidos do ambiente cultural, e formam, em cima da experiência pessoal, um condensado de frases feitas bastante desligado da vida. Se vocês lerem com atenção os diálogos socráticos, verão que a principal ocupação do fundador da tradição filosófica ocidental era dissolver esses compactados verbais, forçando seus interlocutores a raciocinar desde a experiência real, isto é, a falar daquilo que conheciam em vez de repetir o que tinham ouvido dizer. O problema é que, se você repete uma ou duas vezes aquilo que ouviu dizer, não apenas você passa a considerá-lo seu, mas se identifica e se apega àquele fetiche verbal como se fosse um tesouro, uma tábua de salvação ou o símbolo sacrossanto de uma verdade divina.
Para piorar as coisas, as frases feitas vêm muito bem feitas, em linguagem culta e prestigiosa, ao passo que a experiência pessoal, pelas dificuldades acima apontadas, mal consegue se expressar num tatibitate grosseiro e pueril. Há nisso um motivo dos mais sérios para que as pessoas prefiram antes falar elegantemente do que ignoram do que expor-se ao vexame de dizer com palavras ingênuas aquilo que sabem. Um dos resultados dessa hipocrisia quase obrigatória é que, de tanto alimentar-se de símbolos verbais sem substância de vida, a inteligência acaba por descrer de si mesma em segredo ou mesmo por proclamar abertamente a impossibilidade de conhecer a verdade. Como essa impossibilidade, por sua vez, é também um símbolo prestigioso nos dias que correm, ela serve de último e invencível pretexto para a fuga à única atividade mental frutífera, que é a busca da verdade na experiência real."
Texto de Olavo de Carvalho, Ainda os filósofos. clique aqui para ler o texto completo
Escrito por Thinker às 21h06
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“Acredito no Deus de Espinosa, revelado na harmonia de tudo o que existe, mas não em um Deus que se preocupa com o destino e as ações dos homens”. Albert Einstein (Telegrama para um jornal judaico datado de 1929.)
Quando penso nessa frase ainda sinto um certo vazio, um sentimento de abandono, talvez seja esse o preço a ser pago por se libertar dos modelos tradicionais de se ver Deus.
Crer em um Deus que está em tudo, mas não realiza nossas vontades e desejos, que não precisamos servi-lo e nem ele a nós pode parecer inútil para vida prática.
Então estamos sozinhos aqui?
Não podemos contar com a ajuda divina?
Pode até parecer puro instinto de sobrevivência que nos momentos de dor, tribulação e desespero se não pudermos crer em uma saída, mesmo que irracional, não conseguiríamos continuar a viver.
Esse “crer” nos dá uma sobrevida, nos permite continuar por mais um tempo, porém isso me parece uma contradição, quanto mais imediatista e materialista que se possa ser, maior tem que ser essa capacidade de se crer, se precisa de algo rápido e grande tem que “acreditar” muito.
Talvez o caso não seja “crer”, e sim sentir, não se faz necessário acreditar naquilo que já se sente.
Vejo Deus como um relógio sem o ponteiro de segundos, para saber se funciona é necessário observá-lo por um certo tempo e assim perceber a sutileza de seu movimento.
Escrito por Thinker às 15h21
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O Flautista invisível
Tudo é determinado... por forças além de nosso controle. Isto é verdade para um inseto ou uma estrela. Seres humanos, vegetais, grãos de poeira todos dançam segundo uma melodia misteriosa, entoada à distância por um flautista invisível". Albert Einstein ("Saturday Evening Post", 26 de outubro de 1929).
O "flautista invisível" representa um Deus que se revela através da "harmonia de tudo o que existe", no discorrer das transformações do mundo natural.
(Marcelo Gleiser, Folha de Sao Paulo- 10/4/05)
Essa é a motivação que me leva a escrever esse blog, a percepção que sabemos muito pouco sobre o universo que nos cerca, sobre as forças que regem nossa existência e intrigam nossa limitada mente, talvez aqui seja possível apenas elaborar questionamentos sem a pretensão de encontrar suas respostas absolutas, se é que existe resposta absoluta para algo, apenas mais uma forma de perceber o imperceptível.
Escrito por Thinker às 11h38
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